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Destaques

10 coisas que ninguém conta para a noiva

Gente esse texto da Ruth Manus que saiu no Estadão ontem está demais mesmo.

Na verdade, o texto se refere especificamente do dia do CASAMENTO... Tem muitas coisas, dos preparativos, que ninguém conta também. Quem sabe me empolgo e escrevo sobre isso em breve.

Enquanto isso veja as dicas



Tráfico de informações privilegiadas para noivas

Nunca achei que eu tinha muita vocação para ser noiva, preparando pacientemente cada detalhe de uma festa. Me casei no mês passado e confirmei toda a minha suspeita de não achar a menor graça em escolher cor de toalha de mesa, espessura do papel do convite e arranjo para o cabelo. Eu escolhi, mas confesso que preferia estar tomando uma cerveja, comendo batatinha e falando bobagem. Tudo bem, deu tudo certo.
Mas ao longo do processo/parto de preparação do casamento as pessoas me diziam mil coisas: você vai surtar, você vai emagrecer, toda noiva emagrece, toda noiva fica nervosa, a festa vai passar em um segundo, você vai querer suas amigas perto de você, v…

Empresa de forminhas para doces ajuda a melhorar o mundo!

Mais uma vez venho aqui falar de algo muito importante. Quando eu abri meu negócio de vendas de forminhas, eu já havia trabalhado em outras empresas e sofrido no mercado de trabalho (devido a minha deficiência física - essa história eu já contei algumas vezes), naquelas circunstâncias eu não imaginava, sinceramente, que eu teria uma empresa bem sucedida, mas eu pensava que se eu tivesse eu faria diferente. 

Faria diferente em relação ao tratamento das pessoas, funcionários e clientes, faria diferente em relação com os ganhos. Embora eu trabalhe MUITO, MUITO mesmo para fazer a minha empresa crescer, eu tenho um relacionamento diferente com os GANHOS. Em primeiro lugar eu partilho os ganhos com meus funcionários, isso significa que os sálarios estão relacionados com a lucratividade da empresa, 

Alem disso, eu sonhava em ajudar o mundo, e a forma que encontrei foi relacionar o lucro com alguma ajuda humanitária, eu escolhi ajudar a ONG Médicos Sem Fronteiras ou seja o número de pedidos de cada mês siginifica quanto vamos doar ou seja, quanto mais vendas mais doação.

Eu já li e pesquisei muito sobre empreendedorismo e muitos textos falam das dificuldades dos empresários em lidar com o lucro e que muitas empresas quebram quando não sabem lidar com isso. 

Bom, iniciei meu negócio em 2010 e somente no ano passado pude alcançar a meta de fazer essas doações. ESPERO QUE ESSE EMPENHO seja observado e apreciado por vocês, pois são vocês minhas clientes que tornam isso possível, assim eu quero sim, que saibam desses detalhes e que se sintam felizes assim como eu de poder acima dos nossos interesses ajudar outras pessoas que muitas vezes não tem o mínimo para sobreviver. 

Obrigada
Mirela Goi


MSF inicia atividades médicas no Nepal

01/05/2015
Clínica móvel que opera na região montanhosa ao norte de Katmandu já atendeu cerca de 30 pacientes e cinco cirurgias de grande porte foram conduzidas no hospital de Bhaktapur
Foto: MSF
Na quinta-feira, 30 de abril, uma equipe da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) composta por um médico, um enfermeiro e um logístico deu início às atividades de uma clínica móvel na região montanhosa do norte de Katmandu, incluindo o vale de Langtang e o distrito de Rasuwa, por meio de um helicóptero. Cerca de 30 pacientes foram atendidos e as necessidades de diversos vilarejos da região foram avaliadas. Uma equipe cirúrgica, composta por um cirurgião, um anestesista e um enfermeiro, começou a prestar suporte ao hospital de Bhaktapur. Até o momento, foram conduzidas cinco cirurgias de grande porte. Em Balwat Bazaar, no distrito de Ghorka, foram distribuídos 240 kits de abrigo - cada família recebe um kit -, e uma carga de 1.200 kg chegou a Katamandu.
Na sexta-feira, 1 de maio, 24 toneladas de carga chegaram a Katmandu e uma equipe está dando continuidade às atividades da clínica móvel em por meio de um helicóptero em vilarejos remotos nas montanhas ao norte de Katmandu. Além disso, uma equipe médica móvel está visitando vilarejos remotos nas montanhas a noroeste da cidade para oferecer consultas e avaliar as necessidades adicionais.
 
Ao sul de Ghorka, um cirurgião está avaliando a capacidade do hospital de referência em Bharatpur, que está recebendo pacientes desde a ocorrência do terremoto.
Uma equipe de MSF continua avaliando locais para a estruturação do hospital inflável que chegou em um avião de carga na noite de quarta-feira.
No distrito de Ghorka, um enfermeiro e um médico estão oferecendo suporte à evacuação médica de alguns pacientes em Larpak.
Uma equipe cirúrgica composta por um cirurgião, um anestesista e um enfermeiro continua prestando suporte ao hospital em Bhaktapur. Até o momento, cinco cirurgias de grande porte foram conduzidas.
 
Equipes de MSF estão no Nepal trabalhando para atender às necessidades das pessoas afetadas pelo terremoto nas regiões isoladas e mais remotas do país. Até que saibamos a dimensão exata das nossas operações, não aceitaremos doações restritas à catástrofe. É graças às doações regulares e irrestritas que podemos agir rapidamente diante de desastres naturais como este.

DOAR: https://www.msf.org.br/doador-sem-fronteiras 

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